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Meu nome é Jardel de Paula Pereira e atuo na área da educação há mais de vinte anos, dedicando minha trajetória à formação acadêmica, ao ensino e à produção de conteúdos educacionais voltados ao aprendizado claro, acessível e eficaz.

Possuo formação multidisciplinar, construída ao longo dos anos, que integra educação, linguagem, tecnologia e gestão pública. Sou Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), graduado em Matemática (Licenciatura) pela Faculdade de Direito e Ciências Sociais do Leste de Minas – FADILESTE (2007), Técnico em Informática, formação obtida por meio do Programa de Educação Profissional de Minas Gerais (PEP),  Direito Administrativo e Gestão Pública (carga horária de 700 horas) e Neuroaprendizagem (carga horária de 640 horas), ambas pela Faculeste (FC).

Atuo como professor no ensino fundamental e médio desde 2004, acumulando sólida experiência em sala de aula e lidando diretamente com os desafios reais do processo de ensino-aprendizagem. Atualmente, exerço o cargo de servidor público da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG), onde sigo comprometido com a promoção da educação pública de qualidade.

Paralelamente à atuação institucional, mantenho um canal educacional no YouTube, voltado à produção de conteúdos didáticos, explicações objetivas e materiais de apoio ao estudo. O canal já ultrapassou a marca de 320 mil inscritos, consolidando-se como um espaço de referência para estudantes que buscam aprender de forma prática, humanizada e eficiente.

Acredito que a educação é um instrumento poderoso de transformação social. Por isso, meu trabalho é pautado na união entre conhecimento técnico, prática pedagógica, inovação e compromisso com o desenvolvimento intelectual dos estudantes.


Aprender a Estudar: A História por Trás do Método

Houve um tempo em que Jardel era apenas mais um aluno mediano na escola. Na verdade, para muitos professores, ele era “o aluno quieto demais”. Tinha poucos amigos, quase não participava das aulas e raramente levantava a mão para responder. Alguns achavam que era timidez. Outros, falta de interesse. Ninguém imaginava que, por trás do silêncio, havia uma dificuldade real de compreensão — hoje reconhecida como autismo, mas que, naquela época, era pouco compreendida e quase nunca diagnosticada.

Na quinta série, veio um dos momentos mais marcantes da sua vida escolar: reprovou em Matemática. Enquanto o restante da turma já dividia números por dois algarismos, ele ainda não conseguia dividir corretamente por um número simples. As explicações passavam rápidas demais. Os professores seguiam o ritmo da maioria. E ele ficava para trás.

Em casa, a realidade também era dura. Seu pai queria ajudar, mas não tinha condições financeiras de pagar aulas particulares. Ainda assim, não desistiu. Com esforço e insistência, conseguiu algo raro: um professor que topou ajudar gratuitamente.

A expectativa era simples: aprender o conteúdo da prova que aconteceria dali a duas semanas. Mas o professor fez exatamente o contrário.

Em vez de ensinar a matéria da prova, entregou a Jardel uma tarefa aparentemente sem sentido:
👉 copiar todas as questões do ano inteiro em outro caderno.

Não eram poucas. Eram muitas. Exercícios de todos os conteúdos já vistos na escola. E havia uma regra clara: não bastava responder — tinha que acertar. Errou? Refaz. Errou de novo? Refaz de novo. Sem pressa. Sem atalhos.

O que levaria seis meses, Jardel resolveu em apenas duas semanas. Não porque era fácil, mas porque ele insistiu. E quanto mais errava, mais o professor mandava refazer. Cada erro virava experiência. Cada tentativa aumentava a familiaridade com o raciocínio.

Naquele momento, Jardel achava que não estava aprendendo nada.
“Isso nem é a matéria da prova”, pensava.
“São só questões aleatórias”.

Até que veio a surpresa.

👉 A primeira nota 10 da vida escolar.

A ficha caiu. Não foi mágica. Foi método.

A partir dali, tudo mudou. Jardel passou a gastar menos tempo apenas lendo ou assistindo aulas e começou a focar naquilo que realmente fazia diferença: resolução de questões. Errar, corrigir, refazer. Errar melhor da próxima vez.

Isso aconteceu na oitava série — hoje, o nono ano.
E no ensino médio, aquele garoto que mal sabia dividir se tornou o melhor aluno da turma.

Anos depois, veio um novo desafio: os concursos públicos.

No início, o cenário parecia familiar. Editais extensos, conteúdos difíceis, concorrência pesada. Muitos voltavam a dizer:
“Você não dá conta.”
“É coisa para gênio.”
“Só passa quem tem base.”

Mas Jardel já conhecia o caminho.

Enquanto muitos passavam horas acumulando videoaulas e resumos infinitos, ele fez o que sempre funcionou: resolveu questões. Errou muito. Refaziu mais ainda. Aprendeu com cada erro. Transformou falhas em repertório.

Nos concursos, assim como na escola, percebeu algo fundamental:
👉 quem erra mais, aprende mais — desde que corrija.

Hoje, aquela criança rotulada como quieta demais, aquele aluno que repetiu de ano, se tornou professor, servidor público, educador e referência para milhares de estudantes. Não porque era o mais inteligente da sala, mas porque descobriu cedo algo que ninguém ensinava: aprender não é consumir conteúdo, é treinar o cérebro.

Essa história não é sobre genialidade.
É sobre método.
É sobre insistência.
É sobre transformar o erro em aliado.

E, principalmente, é a prova viva de que ninguém nasce pronto — aprende-se.

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